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Ransomware Everest: alerta máximo após ataque à Petrobras — o que isso revela sobre a nova era do cibercrime

O grupo de ransomware Everest, um dos mais agressivos do cenário global e conhecido por operações de dupla extorsão, afirmou ter roubado informações sensíveis da Petrobras. A notícia não coloca apenas a estatal em evidência — acende um sinal vermelho em todo o ecossistema de infraestruturas críticas no Brasil, incluindo energia, óleo e gás, transportes, telecomunicações, manufatura e governo.

A estratégia mudou: o objetivo agora não é criptografar — é roubar dados estratégicos

Nos últimos anos, o modus operandi de grupos como o Everest evoluiu. O ataque deixa de ser explosivo e passa a ser silencioso, preciso e mais difícil de detectar. O foco principal não está mais na criptografia de arquivos, e sim na exfiltração de dados de altíssimo valor — muitas vezes com motivações que vão além do financeiro.

Esse tipo de ameaça segue um padrão cada vez mais comum:

  1. Invasão via credenciais vazadas, falhas de autenticação ou acesso de terceiros.

  2. Movimentação lateral silenciosa pela rede, explorando vulnerabilidades e privilégios.

  3. Coleta e exfiltração de dados sensíveis, com foco em espionagem industrial, estratégica ou governamental.

  4. Só depois, caso seja vantajoso, o grupo pode criptografar os dispositivos para elevar a pressão e exigir resgate.

Em outras palavras: quando a empresa descobre o ataque, os dados já foram roubados — e o dano reputacional e operacional já está instaurado.

Por que o caso Petrobras serve de alerta para todas as empresas

Mesmo organizações com maturidade de segurança elevada podem ser alvo. A verdadeira questão não é se alguém é “grande demais para ser atacado”, mas se os dados têm valor.

Empresas de qualquer porte que movimentam informações estratégicas — contratos, projetos, pesquisas, fórmulas, dados pessoais, propriedade intelectual, rede de fornecedores ou preço de commodities — estão no radar.

E quando falamos de infraestruturas críticas, a ameaça se amplifica: impacto operacional, financeiro, ambiental, social e político.

O único caminho possível: prevenção com uma abordagem moderna de cibersegurança

Bloquear apenas malware conhecido já não é suficiente. Prevenir ataques como os do ransomware Everest exige detecção em tempo real e resposta automática diante de qualquer comportamento suspeito.

A abordagem mais eficaz inclui:

visibilidade total de endpoints, redes e nuvem;
capacidade de detectar movimentação lateral e uso de credenciais;
orquestração de respostas automatizadas para paralisar o ataque antes da exfiltração;
políticas e monitoramento contínuo de acessos privilegiados e terceiros.

É exatamente esse o papel do Blockbit XDR — unir detecção, correlação, resposta automática e inteligência de ameaças em um único ecossistema.


Sua empresa está pronta para enfrentar ataques como o do Everest?

Não espere o pior para agir. Quanto mais silencioso e sofisticado o ataque, maior precisa ser sua capacidade de detectar antes de sofrer impacto.

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